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Brasília-DF 2009

Últimas Notícias | Nacionais e Internacionais
 
XVI CONGRESSO DE BATALHA ESPIRITUAL


de 2 a 5 de julho de 2009


PRELETORES
- Robert Heidler - Linda Heidler - Anne Tate - Neuza Itioka - Hudson Medeiros - Francisco Nicolau - Rinaldo Seixas

"De acordo com os profetas, 2009 é o ano de novos começos e de volta aos fundamentos do Evangelho do Reino. É o ano de se ajustar maisuma vez ao chamado inicial de Deus e, assim, verificar se realmente estamos dentro dos Seus propósitos e planos para as nossas vidas. É um momento decisivo para a Igreja brasileira.

O destino profético do Brasil será influenciado pela ativação da colheita e troca de"odres". Estamos caminhando para um novo nível de autoridade e unção. Clamemos, então, para a quebra das velhas estruturas, a dim de recebermos do Alto as novas estratégias.

Participe conosco do XVI Congresso de Batalha Espiritual."


HORÁRIOS
dia 2 - Quinta
14h - Bola de Neve
20h - Ginásio do Palmeiras

dia 3 - Sexta
14h - Bola de Neve
20h - Ginásio do Palmeiras

dia 4 - Sábado
9h - Bola de Neve
14h - Bola de Neve
20h - Ginásio do Palmeiras

dia 5 - Domingo
9h - Bola de Neve

Bola de Neve - Rua Turiassu, 734 - Perdizes (próximo ao Metrô Barra Funda)
Ginásio do Palmeiras - Av. Francisco Matarazzo, 1705 - Barra Funda


INSCRIÇÕES
R$ 20,00
Depósito Bancário - Bradesco Ag. 2855-0 c/c. 7999-5*

Você também pode fazer sua inscrição pela internet - Inscrição Online

* Importante: Caso não faça sua inscrição pela internet, você deve apresentar o comprovante de depósito, juntamente com a ficha de inscrição do folder preenchida na recepção do evento (caso não tenha o folder, anexe seus dados - nome, endereço, CEP, telefones, e-mail, igreja, cargo).


RELAÇÃO DE HOTÉIS
- Hotel Plaza Inn/American Loft - Rua Turiassu, 1836 - Perdizes - 11 2125-1800
- Transamérica Flat Perdizes - Rua Monte Alegre, 836 - Perdizes - 11 3866-1250
- Íbis Expo - Rua Eduardo Viana, 163 - Barra Funda - 11 3393-7373
     
Conselho do Irã confirma vitória de Ahmadinejad em eleição    
TEERÃ - O Conselho dos Guardiães, principal órgão eleitoral do Irã, afirmou nesta segunda-feira, 29, que a eleição do dia 12 no país foi válida. O anúncio foi feito após uma recontagem parcial dos votos. Os resultados oficiais apontaram para a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad. Partidários da oposição, porém, reclamam de fraudes generalizadas. Segundo a televisão estatal, o citado órgão - que deve validar os resultados - não encontrou grandes irregularidades, após fazer uma apuração parcial que afetou 10% das urnas, escolhidas ao acaso. "O secretário-geral do Conselho, aiatolá Ahmad Jannti, informou por carta tanto ao Ministério do Interior quanto aos candidatos" derrotados, afirmou a fonte.

Poucas horas antes que a citada apuração começasse "frente às câmeras da televisão estatal", um dos aspirantes derrotados, o reformista Mehdi Karroubi, voltou a insistir em que a única solução aceitável é a repetição das eleições. Uma postura compartilhada também pelo reformista Mir Hussein Mousavi, o vencedor do pleito, segundo a oposição, que denunciou uma fraude "em massa e premeditado" a favor de Ahmadinejad e não aceita a apuração Ambos rejeitaram esta semana participar de uma comissão especial proposta pelo próprio Conselho para supervisionar o processo de recontagem dos votos, ao considerar que não poderia ser "imparcial".

O Conselho de Guardiães admitiu na semana passada que houve irregularidades - como o fato de que, em 50 cidades, tenha havido mais votos que eleitores recenseados -, mas disse que era algo "habitual" em qualquer processo eleitoral, por isso descartou a exigência da oposição de novas eleições. "A apuração acontece em frente às câmeras de televisão em várias províncias e cidades do país, e seu resultado será divulgado", disse o porta-voz do Conselho, Abbas Ali Khadkhodai.

A televisão estatal "Press TV" transmitiu ao vivo o processo em um distrito em Teerã, onde foram abertas 34 urnas que deram, segundo o representante do Conselho de Guardiães, "um balanço positivo, sem grandes irregularidades".

Os protestos após a eleição já deixaram pelo menos 20 mortos no país, segundo informações oficiais, sendo 17 manifestantes e sete membros da milícia pró-governo Basij. Os números não podem ser confirmados, por causa das restrições impostas ao trabalho da imprensa internacional. A oposição exige uma nova eleição e rejeita a recontagem parcial.

 
Os altos e baixos da relação entre Irã e Estados Unidos

Veja a cronologia dos principais fatos dos últimos 50 anos que marcaram as conturbadas relações dos 2 países

Agências internacionais
Veja os principais fatos que marcaram a conturbada relação entre Estados Unidos e Irã nos últimos 50 anos e que chegaram a provocar o rompimento das relações diplomáticas entre os dois países.

1953 - O Golpe


Em agosto de 1953, a CIA ajudou a orquestrar a derrubada do popular primeiro-ministro iraniano Mohammed Mossadegh, colocando o xá Mohammed Reza Pahlavi no poder. Washington interveio depois que o Reino Unido, que era contra a política de Mossadegh de nacionalizar uma indústria petrolífera britânica, convenceu oficiais americanos de que o premiê estaria levando o país ao comunismo. Assim que o poder britânico enfraqueceu, os EUA se tornaram o símbolo do que muitos consideraram o imperialismo ocidental.

1972 - Fortificando as relações

A visita do presidente americano, Richard Nixon, em 1972, cimentou a aproximação estratégia entre o Irã e os EUA. Porém, a oposição ao xá Mohammed Reza Pahlavi, liderada pelo clérigo exilado aiatolá Ruhollah Khomeini, se preparou.

1979 - A Revolução Islâmica

O aiatolá Khomeini foi detido em 1963 pelas forças de segurança do xá Mohamad Reza Pahlevi, por se opor às medidas liberais que este estava realizando no país, as quais classificou como contrárias ao Islã. Um ano mais tarde, foi enviado ao exílio na Turquia, mas as autoridades do país não o aceitaram. Posteriormente, foi deportado para o Iraque, onde também não foi aceito, sendo, por fim, exilado na França, aonde chegou em outubro de 1978, se instalando em Neauphle-le-Chateau, perto de Paris. No exílio, Khomeini continuou lutando contra o regime do xá e as gravações de seus discursos foram utilizadas pelos grupos de oposição no Irã.

Em 1979, revolucionários iranianos derrubam o xá Reza Pahlevi, que era apoiado pelos EUA, e transformam o país numa teocracia islâmica sob o comando do aiatolá Ruhollah Khomeini. O xá foge para o exílio em janeiro de 1979. No mês seguinte, Khomeini retornou ao Irã para selar a vitória da revolução cujo mantra era "Morte à América".


Tomada da embaixada - Em novembro de 1979, estudantes iranianos tomaram a embaixada americana em Teerã. Cerca de 300 estudantes invadiram o local e fizeram 52 reféns. Após uma fracassada tentativa de resgate, em 1980, eles são soltos em janeiro de 1981, 444 dias depois, após acordo mediado pela Argélia. Após o incidente, Washington rompeu relações diplomáticas com Teerã.

Quatro dias depois, o aiatolá designou um novo governo e proclamou a República Islâmica do Irã. Após a aprovação por plebiscito da constituição, Khomeini se tornou líder supremo da política e da religião no país. Durante seu mandato, o aiatolá dissolveu alguns dos grupos que o tinham apoiado em sua luta para chegar ao poder e decretou a execução de seus opositores e dos membros do antigo regime. Khomeini conduziu a República Islâmica com firmeza até sua morte, em 3 de junho de 1989, quando o país se encontrava imerso no isolamento político internacional.

1986 - Caso Irã-Contras

Os EUA apoiavam o Iraque na guerra contra o Irã (1980-1988), mas em 1986 descobriu-se que os americanos vendiam armas secretamente para os iranianos. O ex-presidente americano Ronald Reagan admitiu os acordos secretos com o Irã e que violavam o embargo americano. O comércio visava a libertação de americanos detidos por militantes xiitas pró-Irã no Líbano. O dinheiro era usado para financiar os contrarrevolucionários na Nicarágua.

1988 - Tragédia do voo 655

O navio americano USS Vincennes disparou um míssil teleguiado que abateu no ar um Airbus da Iran Air, matando 290 passageiros, sendo 66 crianças.

1997 - Reformistas no comando


Os iranianos elegeram o reformista Mohammad Khatami para a presidência, que promoveu um "diálogo entre civilizações". Durante seus dois mandatos, Khatami tentou reativar as relações diplomáticas e conseguiu restaurar os laços políticos e econômicos com outros países, especialmente do Ocidente.

Após os ataques de 11 de setembro de 2001, o Irã ofereceu apoio para as forças americanas na guerra contra os altos líderes do Taleban no Afeganistão, apoiados pelo chefe da Al-Qaeda Osama bin Laden. Teerã ainda ajudou a garantir o sucesso de uma conferência pós-guerra multilateral sobre o futuro afegão. Em janeiro de 2002, o ex-presidente George W. Bush inclui o Irã no chamado "Eixo do mal" e acusou o país de tentar produzir armas nucleares.

2003 - Invasão do Iraque

A coalizão liderada pelos EUA removem o ditador Saddam Hussein do poder, um líder árabe sunita que foi inimigo mortal do Irã, e levou ao poder facções políticas xiitas ligadas ao regime iraniano. Enquanto o Iraque mergulhou na insurgência e na violência sectária, os EUA acusava o Irã de armas, financiar e treinar militantes xiitas que atacavam as forças americanas em missão no território iraquiano. Teerã negou as acusações, culpando a presença das tropas dos EUA pela violência.


2008 - O impasse nuclear

Os EUA lideraram os esforços para endurecer as sanções da ONU contra o Irã por conta de seu programa nuclear e, em março, o Conselho de Segurança aprovou uma terceira rodada de sanções. Teerã afirma que seu projeto atômico está de acordo com as leis, é pacífico e desenvolvido apenas com a finalidade de produzir eletricidade, mas não convenceu o Ocidente.

As tensões entre Irã e EUA pioraram desde a eleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2005, que repreendeu o Ocidente, questionou o Holocausto e pediu para que Israel seja varrido do mapa. A surpresa em relação ao governo de Ahmadinejad surgiu quando a Inteligência americana afirmou, no fim de 2007, que o Irã congelou seus planos atômicos militares em 2003.


2009 - A nova administração

O novo presidente dos EUA, Barack Obama, disse que os EUA estão prontos para estender uma mão para o Irã. "É importante estarmos dispostos a dialogar com o Irã para expressar de forma clara onde estão nossas diferenças, mas também onde podemos progredir", disse. "Se países como o Irã estiverem dispostos a abrir a mão, encontrarão a nossa estendida".

Ahmadinejad saudou a oferta do presidente americano, desde que os EUA demonstrem mudanças políticas, não tática. Foi uma mudança de enfoque em relação a George W. Bush, que procurou isolar Teerã, e diplomatas ocidentais disseram que a mudança em Washington pode oferecer uma chance "do tipo que só aparece uma vez em uma geração" para os dois países adversários porem fim a três décadas de hostilidade.

 
Israel construirá mais 50 casas em assentamento na Cisjordânia  
 
JERUSALÉM - O Ministério da Defesa de Israel informou nesta segunda-feira que aprovou a construção de mais 50 casas em um assentamento judaico da Cisjordânia, como parte de um plano de edificação de 1.450 unidades residenciais. Essa expansão contraria o pedido de congelamento dos assentamentos, feito pelos Estados Unidos.

Notícias sobre os planos de construção surgiram horas antes do ministro da Defesa, Ehud Barak, se preparar para uma viagem aos EUA para conversações destinadas a diminuir as divergências com o governo norte-americano sobre a questão dos assentamentos.

Barak vai reunir-se com o enviado do presidente dos EUA, Barack Obama, para o Oriente Médio, George Mitchell.

Um comunicado formal entregue pelo Ministério da Defesa à Suprema Corte de Israel esboçou os planos de transferência de colonos de Migron, um posto avançado construído na Cisjordânia sem a permissão do governo israelense, para o assentamento de Adam, ao norte de Jerusalém.

Segundo o documento, elaborado em resposta a uma ação judicial iniciada pelo grupo pacifista israelense Paz Agora, contrário aos assentamentos, o plano de transferência requer a construção de 1.450 moradias em Adam para abrigar os colonos.

Mas o Ministério informou ter dado o aval para a edificação de apenas 50 habitações. Outras casas dependerão de aprovação. O Paz Agora diz que cerca de 2.500 residências estão sendo construídas atualmente na Cisjordânia.

Obama vem pressionando Israel a interromper as construções nos assentamentos, como parte do esforço para reviver as conversações de paz para a criação do Estado palestino.

Cerca de 500 mil israelenses vivem na Cisjordânia e na parte árabe de Jerusalém, ocupadas por Israel na Guerra dos Seis Dias, em 1967. Os palestinos afirmam que os assentamentos, que a Corte Mundial considerou ilegais, vão impedi-los de ter um Estado viável e contíguo.

Em Ramallah, na Cisjordânia, o presidente palestino, Mahmoud Abbas, reiterou sua recusa em retomar as negociações enquanto Israel não congelar os assentamentos.

"Não vamos aceitar a continuação dos assentamentos", disse Abbas.

Abbas também advertiu o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de que deve abandonar suas condições para a criação de um Estado palestino, as quais incluem garantias de que o novo país não terá Exército e a exigência de que os palestinos reconheçam Israel como um Estado judaico.

Em uma rara divergência entre Israel e seu principal aliado, os EUA, Netanyahu se recusa a declarar o congelamento dos assentamentos, alegando que algumas obras devem prosseguir para dar conta do crescimento populacional dentro dos enclaves judaicos na Cisjordânia.

Barak levantou a possibilidade de uma suspensão limitada e temporária das obras em assentamentos, em comentários feitos no domingo, em resposta a um artigo de um jornal israelense informando que ele iria propor uma moratória de três meses.

 
   
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